22 de mai. de 2014

Sargento da Polícia Militar relata sobre o tráfico de entorpecentes no município de Rodrigues Alves

Pito revela que há uma mulher muito linda que lhe acompanha Onde quer que ele var
A equipe F. B. S entrevista o Sargento R. Garcia. O mesmo relata sobre o tráfico de entorpecentes em nosso município e sobre o desempenho da Polícia Militar e qual é a ação dos policiais a respeito desse assunto tão polêmico e tão enraizado em nossa sociedade. De acordo com o sargento a apreensão dos traficantes e usuários é feita através de denuncias, ou seja, ligações de moradores da comunidade que tomam conhecimento e repassam as autoridades. “A polícia não pode chegar e prender sem ordem ou suspeita de tráfico”, desabafa.
R. Garcia fala que o município cresceu e com esse desenvolvimento surgem os problemas e é papel da Polícia Militar oferecer segurança para a sociedade. Acabar com tráfico é um sonho difícil de ser realizado, pois a cada dia que passa cresce mais o numero de usuários que adentram esse caminho sem volta, no entanto, garante que a policia está e continuará fazendo o possível para manter o município de Rodrigues Alves em segurança e a população longe desse vício. O outro lado do pecado
A nossa equipe também entrevistou o Sr: Francisco Rosemi Vieira mais conhecido como (Pitó) o mesmo nos relatou que é um usuário de drogas, que usa sim entorpecente, mas só por curtição. Disse-nos que não ofende a sociedade de maneira alguma. Pitó revela que adentrou no vício quando tomava o “Daime”, numa dessas saídas provou a droga e viciou e usa só por curti, mas lembra que não tem nenhuma relação com o “Daime”. Pitó surpreendeu nossa equipe ao revelar que no momento da entrevista tinha acabado de fazer uso de entorpecente. “Há uma mulher que me acompanha onde quer que eu esteja uma mulher muito linda, sensual, mas que só aparece pra mim, nos conta ainda “doidão. “Comecei a usar por vontade própria ninguém me incentivou. O que mais me machuca é o preconceito falsa desse município, pois não ofendo a ninguém”, conclui com o olhar triste e finaliza com uma dança típica do seu estilo “descolado”. POR: Willem Coelho, Tatiane Rocha, Maria Daiara, Renata Livas Alunos da FBS 2º "C"

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22 de mai. de 2014

Sargento da Polícia Militar relata sobre o tráfico de entorpecentes no município de Rodrigues Alves

Pito revela que há uma mulher muito linda que lhe acompanha Onde quer que ele var
A equipe F. B. S entrevista o Sargento R. Garcia. O mesmo relata sobre o tráfico de entorpecentes em nosso município e sobre o desempenho da Polícia Militar e qual é a ação dos policiais a respeito desse assunto tão polêmico e tão enraizado em nossa sociedade. De acordo com o sargento a apreensão dos traficantes e usuários é feita através de denuncias, ou seja, ligações de moradores da comunidade que tomam conhecimento e repassam as autoridades. “A polícia não pode chegar e prender sem ordem ou suspeita de tráfico”, desabafa.
R. Garcia fala que o município cresceu e com esse desenvolvimento surgem os problemas e é papel da Polícia Militar oferecer segurança para a sociedade. Acabar com tráfico é um sonho difícil de ser realizado, pois a cada dia que passa cresce mais o numero de usuários que adentram esse caminho sem volta, no entanto, garante que a policia está e continuará fazendo o possível para manter o município de Rodrigues Alves em segurança e a população longe desse vício. O outro lado do pecado
A nossa equipe também entrevistou o Sr: Francisco Rosemi Vieira mais conhecido como (Pitó) o mesmo nos relatou que é um usuário de drogas, que usa sim entorpecente, mas só por curtição. Disse-nos que não ofende a sociedade de maneira alguma. Pitó revela que adentrou no vício quando tomava o “Daime”, numa dessas saídas provou a droga e viciou e usa só por curti, mas lembra que não tem nenhuma relação com o “Daime”. Pitó surpreendeu nossa equipe ao revelar que no momento da entrevista tinha acabado de fazer uso de entorpecente. “Há uma mulher que me acompanha onde quer que eu esteja uma mulher muito linda, sensual, mas que só aparece pra mim, nos conta ainda “doidão. “Comecei a usar por vontade própria ninguém me incentivou. O que mais me machuca é o preconceito falsa desse município, pois não ofendo a ninguém”, conclui com o olhar triste e finaliza com uma dança típica do seu estilo “descolado”. POR: Willem Coelho, Tatiane Rocha, Maria Daiara, Renata Livas Alunos da FBS 2º "C"

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